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O Sindicato dos Contabilistas de São Paulo nasceu com a fundação do Instituto Paulista de Contabilidade (IPC), no dia 19 de julho de 1919, quando um grupo de onze jovens recém-formados reuniu-se para lutar pelos direitos da classe contábil.

 

Devido ao sucesso da iniciativa, seis meses depois o IPC já contava com 151 sócios, absorvendo o Grêmio dos Guarda-Livros de São Paulo. No ano de 1926, o senador João Lira rendeu uma homenagem a toda classe, instituindo o dia 25 de abril como o Dia do Contabilista.

 

Em 1927, o eminente contabilista Francisco D Auria, o primeiro presidente do IPC, elaborou o "Registro Geral de Contabilistas do Brasil", com o propósito de selecionar os profissionais aptos para desempenhar as funções de contador, de acordo com os títulos de habilitação.

 

As duas primeiras grandes conquistas de uma série que viria mais à frente, ocorridas em 1930, foram a regulamentação do ensino comercial e da profissão do contabilista e a instituição do registro obrigatório dos guarda-livros e dos contadores na Superintendência do Ensino Comercial.

 

No ano seguinte, um decreto estabeleceu condições e prazos para o registro desses práticos e a partir de então, a profissão contábil esteve indissoluvelmente ligada a preparação escolar.

 

Em 1932, um grupo de dissidentes do IPC fundou o Sindicato dos Contadores de São Paulo, passando a classe, a ter dois sindicatos atuando com a mesma finalidade.

 

Com a Lei de Sindicalização, aprovada no ano de 1940, o IPC e o Sindicato dos Contadores de São Paulo realizaram uma Assembléia Geral, que resultou na unificação das duas entidades, deliberando o enquadramento sindical, recomposição da diretoria, aprovação dos estatutos e constituição do Sindicato dos Contabilistas de São Paulo.

 

Após a formalização do registro de unificação no Departamento Nacional de Trabalho, o Sindicato, sob a Presidência de Iris Miguel Rotundo, em 1953, adquiriu o 3° andar do Edifício C.B.I., localizado à rua Formosa, 367.

 

Com a necessidade de um espaço físico maior e melhor para as suas atividades, o Sindcont-SP, sob a Presidência de Luiz Bertasi Filho, adquiriu conjuntos adjacentes aos que já possuía, espaço que foi aproveitado estrategicamente na gestão do Presidente José Maria Giaretta Camargo, para instalação da recepção da Entidade, à Praça Ramos de Azevedo, 202, onde permanece até os dias de hoje.

 

Às vésperas de completar um século de atividades, o Sindicato dos Contabilistas de São Paulo tem orgulho da sua história de empenho pela valorização da classe, por proporcionar melhores condições de trabalho, defender os interesses dos contabilistas perante outras entidades, órgãos públicos e a sociedade.

 

E, para o novo século que se inicia, a Entidade deseja que o profissional da classe contábil consiga cada vez mais o respeito e o reconhecimento que lhes são devidos.